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sonia gimenezSemana discutiu a Química da Vida

Alunos e profissionais acompanham palestras e minicursos

Escrito por Silvio Moura

Assessoria de Comunicação Fema

 

A 17ª Semana Acadêmica de Química terminou na sexta, 26 de agosto, no anfiteatro da Fundação Educacional do Município de Assis – Fema. Neste ano, o tema central foi a Química da Vida.

O diretor da Fema/Imesa, Eduardo Augusto Vella Gonçalves, esteve na abertura do evento, na segunda, dia 22. “Saúdo os alunos e professores e em especial a Mary [professora doutora Mary Leiva de Faria, coordenadora da Química Industrial], por toda a dedicação à frente da graduação, um trabalho fundamental que trouxe o curso de Química Industrial da Fema para o patamar atual.”

Na sequência, a professora doutora Sonia Maria Nobre Gimenez abriu a primeira das cinco palestras noturnas organizadas para a semana. “Falo da ‘Química da Morte’. Comento o processo químico que envolve a morte e da série de reações, como produção de gases e líquidos que isso traz”.

Durante o encontro, Gimenez explicou o que a levou a trabalhar com essa temática. “A avó do meu pai foi enterrada num lugar bem frio de um cemitério em São Paulo onde passava um curso de água. Três anos depois, quando os restos mortais dela foram retirados, estavam praticamente intactos. Eu era jovem e aquilo chamou minha atenção. Depois de muitos anos, criei uma disciplina especial sobre a Química da Morte”.nilton arakawa

Entre terça e quinta, as palestras tiveram um perfil mais técnico. “Farmacognosia: da Planta ao Medicamento”, apresentada pelo professor doutor Nilton Syogo Arakawa, tratou dos medicamentos provenientes das plantas. “Como escolher a melhor planta, como isolar a substância ativa, identificar e elucidar essa substância e utilizá-la em fórmulas farmacêuticas”, explica Arakawa que também falou dos medicamentos fitoterápicos.

O doutor André Luis Teroso Ribeiro, no penúltimo dia da semana acadêmica, discutiu o tema “Toxicologia Ambiental”. “Mostro como contaminantes ambientais têm interação com nosso organismo. Ao mesmo tempo, tento instigar os alunos para a área da pesquisa da Toxicologia, ainda pouco disseminada no interior do estado”.

No encerramento, na sexta-feira, o público acompanhou a palestra “Inteligência Emocional: Mudança de Vida” com José Renato Leone, coaching e empresário. “Trouxe alguns conceitos para mostrar de que forma o desenvolvimento pessoal potencializa o profissional. Eu também sou químico e sabemos que, além de dominar a parte técnica, temos que saber lidar com as dificuldades diárias no relacionamento pessoal”.

Ainda na mesma noite, aconteceu a 15ª Mostra de Trabalhos Científicos. Estudantes da Fema e de outras instituições expuseram, em formato de banner, suas pesquisas para uma comissão de profissionais da área.

andre ribeiroMinicursos

Os doutores André Luis Teroso Ribeiro e Nilton Syogo Arakawa, além de suas palestras, também ministraram minicursos. No “Identificação e elucidação estrutural de compostos bioativos”, Arakawa explicou de que forma encontrar substâncias, já conhecidas, em outras fontes e como determinar a estrutura química dessa substância.

“Análises Toxicológicas: do embase científico à legislação” foi o minicurso de Ribeiro. “Expliquei um pouco da história da Toxicologia, focando nas áreas ocupacional, ambiental, de alimentos, medicamentos e drogas de abuso. Falei das tecnologias que nos auxiliam nesse trabalho e ainda do embase bioquímico e do contexto social em que esse estudo está implicado”.

Mário César Peroni Pergoraro, especialista do CRQ, o Conselho Regional de Química, apresentou “Entendendo a Responsabilidade Técnica”, curso obrigatório sem o qual os formados em Química não obtêm a carteirinha do órgão, indispensável para o exercício da profissão. 

 trabalho científico

 

 

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