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Quimica LabAluno é formado para Indústria e Ensino

Inscreva-se no Vestibular de Verão e faça Química na Fema 

Escrito por Silvio Moura

Assessoria de Comunicação Fema

 

A Química na Fema tem uma característica peculiar. É o único dos cursos da instituição em que os alunos saem habilitados tanto para a área de ensino quanto para a indústria.

A primeira turma da Química na Fundação Educacional do Município de Assis começou em 1999. Com o apoio de usinas de açúcar, funcionários eram estimulados a buscar uma profissionalização em nível superior.

Em consonância com essa demanda, a graduação rapidamente se popularizou em Assis e região. “As pessoas passaram a enxergar que a Química poderia levá-las a cargos de projeção dentro das empresas onde já trabalhavam”, conta a professora Mary Leiva de Faria, coordenadora do curso.

Essa visão permanece até hoje, somada às oportunidades na área acadêmica. “A carência nacional de professores de Química e disciplinas correlatas como Matemática e Física amplia o campo de trabalho”, ressalta a docente. A própria graduação da Fema se beneficia dessa característica. Parte do corpo docente é formada justamente por egressos do curso.

Licenciatura e Bacharelado

Ao longo da década, a grade do curso foi se reformulando. A mais recente, em 2013, voltada à Licenciatura, acrescentou disciplinas relacionadas à Educação, atendendo a deliberações do Conselho Estadual de Educação.

Quimica maryA nova grade trata de aspectos como a construção e realização de um projeto pedagógico, o funcionamento de uma escola, a relação com alunos portadores de necessidades especiais.

O Bacharelado, por sua vez, é mais focado na indústria. Para isso, os alunos são estimulados à prática constantemente. “Incluímos aula nos laboratórios desde o primeiro ano”.

A graduação possui quatro laboratórios, renovados frequentemente e com aquisição de novos equipamentos. Além disso, dentro da própria Fema, os alunos têm a chance de estagiar no CEPECI, o Centro de Pesquisas em Ciências, que conta com linhas de estudos da qualidade da água e de alimentos, análise de sementes e de produtos agropecuários. “O aluno que tem a experiência de laboratório é diferente, está um passo a frente”.

A coordenadoria da Química também estimula a produção científica. Em maio, o projeto de uma das alunas foi apresentado no congresso da SBQ, a Sociedade Brasileira de Química, uma das mais importantes e influentes associações no Brasil e na América Latina.

Futuro

Para atrair novos estudantes, a coordenação desenvolve ações que mostram as diversas oportunidades oferecidas pelo mercado de trabalho, desmistificando a ideia de que Química é difícil.

“Temos, por exemplo, o curso experimental de Química onde trazemos alunos de escolas públicas para dentro da Fema. Também vamos às escolas para apresentar nosso curso, sem esquecer das Semanas Acadêmicas em que a gente traz egressos para falarem de suas carreiras”, comenta a professora Mary Leiva de Faria.

O mercado de trabalho continua apresentando diversas oportunidades. Profissionais formados na Fema estão em empresas como Tereos, Conti, Agroterenas, Sandoz. Dois ex-alunos trabalham na Marinha. Na área acadêmica, uma ex-estudante se tornou professora na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a UERJ.

Vestibular de Verão

As inscrições para o Vestibular de Verão da Fema podem ser feitas até o dia 15. Na prova, marcada para 19 de janeiro, às 19h, os inscritos serão avaliados em Conhecimentos Gerais e Redação.

 

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